Que bem farei para conseguir a vida eterna?

“E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” (Mt 19.16).

Qual foi a resposta que Jesus deu ao jovem que fez a pergunta acima?

Qual seria a resposta de alguns pregadores de hoje?

A resposta de Jesus, identificando o real problema daquele jovem, o apego aos bens materiais, foi: “vai, vende tudo o que tens e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me” (Mt 19.21).

Que resposta! Um rico se desfazer de toda a sua riqueza? Ficar pobre? E dar a sua riqueza a quem mesmo? Aos pobres? Ué! Não foi ao ministério de Jesus?!

Como os pregadores da Teologia da Prosperidade lidam com essa passagem? Por que será que Jesus não mandou aquele jovem plantar as sementes da sua riqueza no ministério dEle? Teria que dar aos pobres? Será que ele ia receber tudo de voltar, e em dobro? Não, Jesus não prometeu nada disso àquele jovem! Simplesmente disse que ele teria “um tesouro no céu”. Onde mesmo? Não foi na terra?! Não! Um tesouro no céu!

Mas não bastaria deixar a riqueza, o jovem teria que “seguir” Jesus. Viver como o Mestre vivia, andar onde o Mestre andava, fazer o que o Mestre e seus discípulos faziam. O convite de Jesus era para aquele jovem tornar-se um discípulo, tal como os outros. Que convite maravilhoso! Tornar-se um discípulo de Jesus!

Não há coisa melhor, do que ser simplesmente um discípulo de Jesus, um imitador do Mestre!

Pense nisso!

As obras da carne

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gl 5.19-21 AF).

Quando se fala sobre as obras da carne, a primeira coisa que vem à cabeça de muitos são os pecados ligados ao sexo. Há muita gente que vive uma vida casta, no que diz respeito ao sexo, mas mesmo assim praticam obras da carne. Na lista das obras da carne, as quatro primeiras (na versão da Bíblia Almeida Fiel) estão ligadas a área sexual, só que a lista não pára por aí.

Como a proposta deste blog é apresentar minhas reflexões pessoais, não vou apresentar um estudo profundo ou apologético sobre o assunto, vou deter-me em descrever essas obras da carne, deixando as quatro primeiras para uma outra ocasião.

Começo com a idolatria, ou seja, a adoração a ídolos, a espíritos, a pessoas ou a objetos. Aqui inclui também a confiança que se deposita totalmente em pessoas, instituições ou coisas, como se essas tivessem autoridade igual ou superior a Deus e Sua Palavra.  É substituir Deus no coração e na prática!

Feitiçaria, o que inclui, mas não se limita, a toda forma de espiritismo, ocultismo, magia negra e branca, adoração a demônios, uso de drogas e outros objetos nas práticas ocultas.

Inimizades, que tem a ver com intenções e práticas hostis. Desejar e promover o mal ao próximo.

Porfias, que são brigas, lutas, oposições, contendas e disputas, inclusive por poder. Querer ser melhor dos que os outros, lutar por superiodade, posição. “Passar a perna” nos outros.

Emualações, que inclui ciúmes, falsidades, ressentimentos, rivalidades, fúrias de indignação (inclusive por ver o sucesso alheio).

Iras ou fúrias explosivas, através de palavras ou ações violentas.

Pelejas, rixas, ambições egoístas, cobiças do poder, espíritos partidaristas e facciosos.

Dissensões, divergências de opiniões, de interesses, de sentimentos (contrários à Palavra de Deus); disputas; desavenças. Pode-se divergir de opinião, mas não disputar ferozmente, com indignação e ira!

Heresias, facções, sectarismo, ensinos danosos e prejudiciais, desvios da verdade.

Invejas. Antipatia ressentida por outra pessoa por não possuir o que essa pessoa possui. É querer exatamente o que o outro tem!

Homicídios, não só a prática, mas o desejo de matar. Quantos estão matando com palavras!

Bebedices e glutonarias. Intoxicações, embriaguez, diversões e festas com comidas e bebidas extravagantes e desenfreadas!

“e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.

Avalie-se à luz da Palavra de Deus e veja se você não está praticando alguma obra da carne (ou algumas)!

Bem-aventurados os pacificadores

image “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9).

Necessita-se urgentemente de pacificadores! Pessoas de Deus, que amam e praticam a paz, que se preocupam com o bem-estar de seus semelhantes, que não espalham discórdia ou contendas entre os irmãos!

“Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos” (Pv 6.16-19).

“Segui a paz com todos…” (Hb 12.14a).

“Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).

“Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco” (2 Co 13.11).

“E o Deus de paz seja com todos vós. Amém” (Rm 15.33).

O mexeriqueiro revela o segredo…

O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Pv 11.13).

Há pessoas que simplesmente não conseguem guardar um segredo. São os mexeriqueiros, os que parecem que têm coceiras na língua.

O versículo acima e seu contexto nos mostra algo interessante acerca de se guardar os segredos alheios. É bem verdade que Jesus deixa claro que não há nada oculto que não venha a ser revelado (Mt 10.26; Mc 4.22; Lc 12.2). No entanto, o contexto destes textos não sugerem que se deve sair por aí contando os segredos alheios. Tem mais a ver com a luz do Evangelho, do testemunho cristão (a candeia) e as práticas ocultas das trevas, dos que praticam o mal, que não ficarão encobertos. O Evangelho não pode ficar encoberto, mas revelado a todos.

O fiel de espírito mantém o segredo. Isso é ético, é bíblico! O fiel de espírito (quem teme a Deus, um cristão verdadeiro) não tem prazer em sair espalhando os segredos de seu próximo, de expô-lo ao ridículo ou envergonhá-lo. 

O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado” (Pv 11.12).

Manter-se calado, guardar o segredo de seu próximo, não desprezá-lo, é um princípio ético. No país onde moro isso é levado a sério. Os profissionais das áreas humanas não podem de forma alguma revelar os segredos de seus clientes, a não ser que sejam ordenados por lei. Os pastores e os sacerdotes estão incluídos neste contexto.

Usar o segredo de alguém para se obter algum tipo de vantagem é considerado crime. Dependendo do caso, pode ser chantagem (blackmail), chantagem emocional (emotional blackmail) extorsão (extortion), abuso psicológico (psychological abuse), manipulação psicológica (psychological manipulation), etc. Está previsto na lei deste país. Ninguém tem o direito de expor ninguém!

Mas deixando de lado a parte legal, Jesus nos ensina um princípio interessante em Mateus 18.15-17. Este texto trata do pecado praticado contra um irmão. O ofendido deve dirigir-se ao ofensor e repreendê-lo, e se o ofensor se arrepender, está resolvido o problema, morre aí a questão, “ganhaste a teu irmão”. Se o ofensor não der ouvidos à repreensão do ofendido, não se arrepender, o ofendido deverá recorrer a duas ou três testemunhas (não a uma multidão, mas dois ou três) e expor o caso. Se o ofensor ouvir e se arrepender, o problema estará resolvido. E, finalmente, se o ofensor não reconhecer de forma alguma o seu erro, será levado à igreja. Ouvindo a igreja, o problema estará resolvido, caso contrário, tal pessoa deverá ser considerada “gentio e publicano”. O ofensor só será exposto em útlimo caso, se não ouvir ao ofendido na primeira repreensão ou na segunda com as testemunhas. Esse é o princípio ensinado por Cristo.

Há outros aspectos neste texto, mas creio que ilustra, por analogia, o que quero dizer aqui.

Então, antes de sairmos por aí revelando os segredos alheios, reflitamos primeiro nos prejuízos que podemos causar!

A Deus seja a glória!

O mexeriqueiro revela o segredo…

whisperingO mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Pv 11.13).

Há pessoas que simplesmente não conseguem guardar um segredo. São os mexeriqueiros, os que parecem que têm coceiras na língua.

O versículo acima e seu contexto nos mostra algo interessante acerca de se guardar os segredos alheios. É bem verdade que Jesus deixa claro que não há nada oculto que não venha a ser revelado (Mt 10.26; Mc 4.22; Lc 12.2). No entanto, o contexto destes textos não sugerem que se deve sair por aí contando os segredos alheios. Tem mais a ver com a luz do Evangelho, do testemunho cristão (a candeia) e as práticas ocultas das trevas, dos que praticam o mal, que não ficarão encobertos. O Evangelho não pode ficar encoberto, mas revelado a todos.

O fiel de espírito mantém o segredo. Isso é ético, é bíblico! O fiel de espírito (quem teme a Deus, um cristão verdadeiro) não tem prazer em sair espalhando os segredos de seu próximo, de expô-lo ao ridículo ou envergonhá-lo. 

O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado” (Pv 11.12).

Manter-se calado, guardar o segredo de seu próximo, não desprezá-lo, é um princípio ético. No país onde moro isso é levado a sério. Os profissionais das áreas humanas não podem de forma alguma revelar os segredos de seus clientes, a não ser que sejam ordenados por lei. Os pastores e os sacerdotes estão incluídos neste contexto.

Usar o segredo de alguém para se obter algum tipo de vantagem é considerado crime. Dependendo do caso, pode ser chantagem (blackmail), chantagem emocional (emotional blackmail) extorsão (extortion), abuso psicológico (psychological abuse), manipulação psicológica (psychological manipulation), etc. Está previsto na lei deste país. Ninguém tem o direito de expor ninguém!

Mas deixando de lado a parte legal, Jesus nos ensina um princípio interessante em Mateus 18.15-17. Este texto trata do pecado praticado contra um irmão. O ofendido deve dirigir-se ao ofensor e repreendê-lo, e se o ofensor se arrepender, está resolvido o problema, morre aí a questão, “ganhaste a teu irmão”. Se o ofensor não der ouvidos à repreensão do ofendido, não se arrepender, o ofendido deverá recorrer a duas ou três testemunhas (não a uma multidão, mas dois ou três) e expor o caso. Se o ofensor ouvir e se arrepender, o problema estará resolvido. E, finalmente, se o ofensor não reconhecer de forma alguma o seu erro, será levado à igreja. Ouvindo a igreja, o problema estará resolvido, caso contrário, tal pessoa deverá ser considerada “gentio e publicano”. O ofensor só será exposto em útlimo caso, se não ouvir ao ofendido na primeira repreensão ou na segunda com as testemunhas. Esse é o princípio ensinado por Cristo.

Há outros aspectos neste texto, mas creio que ilustra, por analogia, o que quero dizer aqui.

Então, antes de sairmos por aí revelando os segredos alheios, reflitamos primeiro nos prejuízos que podemos causar!

A Deus seja a glória!

Os Brutos Também Amam

Há alguns anos atrás assisti um filme, do gênero faroeste, cujo título em português é “Os Brutos Também Amam” (o título em inglês é “Shane”), protagonizado pelo ator norteamericano Alan Ladd, que morreu em 1964. O filme é um clássico do cinema americano.

No filme, Shane, um errante e veterano pistoleiro, defende uma família de humildes rancheiros de um rico boiadeiro e seu bando. Muito embora Shane seja um pistoleiro acostumado a matar, ele demonstra-se gentil e alguém que tem coração, capaz de ter sentimento e amar. Daí o título do filme em nossa língua.

O ser humano, por mais durão que pareça, não é um amontoado de carne e ossos. Todos nós temos sentimentos e emoções, não por instinto, mas como parte de nossa própria natureza humana. Ninguém está isento dos sentimentos, a não ser que seja alguém com algum distúrbio, o que seria um caso atípico. Amar ou odiar, ter alegria ou tristeza, sorrir ou chorar faz parte da nossa vida, enquanto seres humanos. A vida é cheia de surpresas, algumas boas, outras ruins, mas é a vida. O dito popular “homem não chora” não passa de uma falácia.

Ficamos muitas vezes surpresos com certas ações de pessoas que pessávamos que eram inatingíveis em determinadas áreas de suas vidas. Pessoas que pareciam “brutas” naquelas áreas, mas que acabam caindo, cedendo sem nenhuma explicação. Lembro-me de Davi, um guerreiro, que foi capaz de cometer um adultério e um covarde homicídio.

Quando vejo pessoas tão duras e rígidas em determinadas áreas, penso que tais pessoas são fracas nessas áreas e estão se protegendo com um “capa” de dureza. São os radicais da vida! São pessoas que não admitem as falhas de outras pessoas nessas áreas, e agem com extrema dureza com os que falham, realizando assim, quem sabe, sua própria “catarse”.

Não somos perfeitos, daí a necessidade de Cristo em nossas vidas. Penso sempre nas palavras de Paulo aos Filipenses: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Fp 4.7). Corações e sentimentos guardados em Cristo é o que vai garantir a nossa vitória sobre nós mesmos! Os que parecem mais insensíveis, na verdade, não o são. Os “brutos” também têm sentimentos! Os “brutos” também amam! Os “brutos” também são seres humanos! Os “brutos” podem ser eu, você, qualquer um de nós. Pastor, membro, leigo, não importa! Somos seres humanos!

Que o Senhor Deus tenha sempre misericórdia de nós!

Os Brutos Também Amam

Há alguns anos atrás assisti um filme, do gênero faroeste, cujo título em português é “Os Brutos Também Amam” (o título em inglês é “Shane”), protagonizado pelo ator norteamericano Alan Ladd, que morreu em 1964. O filme é um clássico do cinema americano.

No filme, Shane, um errante e veterano pistoleiro, defende uma família de humildes rancheiros de um rico boiadeiro e seu bando. Muito embora Shane seja um pistoleiro acostumado a matar, ele demonstra-se gentil e alguém que tem coração, capaz de ter sentimento e amar. Daí o título do filme em nossa língua.

O ser humano, por mais durão que pareça, não é um amontoado de carne e ossos. Todos nós temos sentimentos e emoções, não por instinto, mas como parte de nossa própria natureza humana. Ninguém está isento dos sentimentos, a não ser que seja alguém com algum distúrbio, o que seria um caso atípico. Amar ou odiar, ter alegria ou tristeza, sorrir ou chorar faz parte da nossa vida, enquanto seres humanos. A vida é cheia de surpresas, algumas boas, outras ruins, mas é a vida. O dito popular “homem não chora” não passa de uma falácia.

Ficamos muitas vezes surpresos com certas ações de pessoas que pessávamos que eram inatingíveis em determinadas áreas de suas vidas. Pessoas que pareciam “brutas” naquelas áreas, mas que acabam caindo, cedendo sem nenhuma explicação. Lembro-me de Davi, um guerreiro, que foi capaz de cometer um adultério e um covarde homicídio.

Quando vejo pessoas tão duras e rígidas em determinadas áreas, penso que tais pessoas são fracas nessas áreas e estão se protegendo com um “capa” de dureza. São os radicais da vida! São pessoas que não admitem as falhas de outras pessoas nessas áreas, e agem com extrema dureza com os que falham, realizando assim, quem sabe, sua própria “catarse”.

Não somos perfeitos, daí a necessidade de Cristo em nossas vidas. Penso sempre nas palavras de Paulo aos Filipenses: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Fp 4.7). Corações e sentimentos guardados em Cristo é o que vai garantir a nossa vitória sobre nós mesmos! Os que parecem mais insensíveis, na verdade, não o são. Os “brutos” também têm sentimentos! Os “brutos” também amam! Os “brutos” também são seres humanos! Os “brutos” podem ser eu, você, qualquer um de nós. Pastor, membro, leigo, não importa! Somos seres humanos!

Que o Senhor Deus tenha sempre misericórdia de nós!

Quem ama é de Deus

Numa simples leitura de 1 João 4, chegamos a uma conclusão: quem ama é de Deus e conhece a Deus e quem não ama e diz que conhece a Deus é mentiroso, e portanto, não é de Deus.
E evidentemente o amor é dirigido a pessoas. João está falando do amor que devemos ter uns pelos outros.
Na caminhada cristã podemos muitas vezes ferir, magoar ou pecar uns contra os outros, mas o amor de Deus deve prevelecer e sarar todas as nossas feridas, sejam elas quais forem. O amor cobre uma multidão de pecados (1 Pedro 4.8). É difícil praticar o amor em circunstâncias adversas, quando há a prática do mal, quando ferimos uns aos outros, nos esquecendo do mandamento de Cristo, “que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (João 15.12).
É por causa da prática do mal que nasce o sentimento de vingança, o ódio dentro de nossos corações. Nestes casos, devemos nos valer das palavras do Senhor a Caim: “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” (Gênesis 4.7). Dominar o pecado para que o seu desejo não nos domine. É difícil, mas a graça de Deus é abundantemente infinita para nos ajudar. Fomos feridos? O remédio é o perdão. O perdão que brota de um coração que ama a Deus. O perdão dado de todo o coração sara a alma e as feridas nela contidas. Deus nos dá o maior exemplo, perdoando os nossos pecados, através do Cristo, que morreu por nós na cruz.
O que se entrega ao ódio, entrega a sua própria alma ao domínio do pecado, e do próprio Diabo. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4.20). E quem é mentiroso desde o começo, e pai da mentira, senão o inimigo de nossas almas? (João 8.44).
Jesus nos ensina até mesmo a amar aos nossos inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem os que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mateus 5.44). Que coisa! Jesus nos surpreende!
O amor vem de Deus, e quem ama é Deus!
A Deus seja a glória!

Quem ama é de Deus

Numa simples leitura de 1 João 4, chegamos a uma conclusão: quem ama é de Deus e conhece a Deus e quem não ama e diz que conhece a Deus é mentiroso, e portanto, não é Deus.
E evidentemente o amor é dirigido a pessoas. João está falando do amor que devemos ter uns pelos outros.
Na caminhada cristã podemos muitas vezes ferir, magoar ou pecar uns contra os outros, mas o amor de Deus deve prevelecer e sarar todas as nossas feridas, sejam elas quais forem. O amor cobre uma multidão de pecados (1 Pedro 4.8). É difícil praticar o amor em circunstâncias adversas, quando há a prática do mal, quando ferimos uns aos outros, nos esquecendo do mandamento de Cristo, “que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (João 15.12).
É por causa da prática do mal que nasce o sentimento de vingança, o ódio dentro de nossos corações. Nestes casos, devemos nos valer das palavras do Senhor a Caim: “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” (Gênesis 4.7). Dominar o pecado para que o seu desejo não nos domine. É difícil, mas a graça de Deus é abundantemente infinita para nos ajudar. Fomos feridos? O remédio é o perdão. O perdão que brota de um coração que ama a Deus. O perdão dado de todo o coração sara a alma e as feridas nela contidas. Deus nos dá o maior exemplo, perdoando os nossos pecados, através do Cristo, que morreu por nós na cruz.
O que se entrega ao ódio, entrega a sua própria alma ao domínio do pecado, e do próprio Diabo. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4.20). E quem é mentiroso desde o começo, e pai da mentira, senão o inimigo de nossas almas? (João 8.44).
Jesus nos ensina até mesmo a amar aos nossos inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem os que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mateus 5.44). Que coisa! Jesus nos surpreende!
O amor vem de Deus, e quem ama é Deus!
A Deus seja a glória!